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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

SEXO E CASTIGO: O QUE É AMAR O PECADOR?

 
10 Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. 11 E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (I Coríntios 6)

Devassos (gr. pornoi, envolvendo toda uma classe de práticas sexuais reprovadas por Deus), idólatras, adúlteros, efeminados (gr. malakoi), sodomitas (gr. arsenokoitai, homossexuais), ladrões, avarentos... práticas que desagradam a Deus, pecados do ponto de vista bíblico, ao ponto de impedir que a pessoa que os comete e neles insiste, como prática de vida, herde o reino de Deus. O texto é bem direto nesse ensino, sendo o mesmo do Antigo Testamento, o que revela o pensamento de Deus sobre estas práticas, reprovando as mesmas.
 
Até aqui, esse assunto está bem consolidado no âmbito da fé cristã bíblica. Milhares de comentaristas cristãos,  de hermeneutas, de teólogos, de pastores e lideranças das mais diversas denominações, com os mais diversos títulos e experiências acadêmicas e com Deus, vem ensinando há séculos exatamente o que o apóstolo Paulo ensinou no início da Igreja, com ampla concordância nos mais variados manuscritos existentes e reconhecidos. E o ensino é um só: não entrarão no reino de Deus os que tais coisas praticam. Ponto.

Porém, após mencionar toda uma classe de pecados que impedem a entrada no Reino de Deus, Paulo continua sua exortação aos Coríntios, dizendo que aqueles irmãos tinham sido exatamente isso - sodomitas, adúlteros, devassos, efeminados, etc. Esta era a descrição da maneira que viviam antes de nascerem de novo! E somente deixaram de sê-lo porque na vida daqueles irmãos agiu o poder de Deus, operou neles a salvação, qual seja a lavagem da água pela Palavra de Deus, santificados e justificados "em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus". Mas como esse poder agiu na vida dessas pessoas? Ora, pelo Evangelho, que é poder de Deus para salvação de todo o que nele crê (Rm 1.16)!
 
O que é Evangelho? Qual é a mensagem do Evangelho? Esse ponto é crucial. Se não entendemos o que é o evangelho e o que ele ensina, jamais alcançaremos a salvação. O que a Bíblia diz sobre isso? "E, depois que João foi entregue à prisão, veio Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho do reino de Deus, E dizendo: O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos, e crede no evangelho." (Marcos 1:14,15) O texto diz que Jesus pregava o evangelho. E no que consistia a pregação do evangelho de Jesus? O que ele dizia? Ele dizia que o tempo estava cumprido, e o reino de Deus está próximo, chamando as pessoas ao arrependimento e à fé no próprio evangelho! O que Jesus queria dizer com "o tempo está cumprido"? Que tempo é esse que havia chegado ao final? Jesus responde: "Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João." (Mt 11.13) Ou seja, o tempo que estava cumprido era o tempo da profecia dos profetas e da lei!

Precisamos entender que a Lei de Deus foi dada ao homem para acabar com a auto-justificativa humana, com o orgulho humano que a si mesmo vê-se como muito bom, correto e perfeito, não como um meio de salvação. A Lei é ruim? De modo algum! Paulo diz que ela é santa, e o mandamento santo, justo e bom. A lei é espiritual. Porém, ninguém jamais consegui cumprir a Lei (com exceção de Jesus, o Deus que se fez carne); somos carnais e não conseguimos cumprir a Lei de Deus. Para ser justificado com base na Lei, que é espiritual, era preciso cumpri-la na integralidade, algo impossível para quem desde o Éden está morto espiritualmente em delitos e pecados. É impossível um morto espiritual poder cumprir algo puramente espiritual! O próprio apóstolo assevera: "Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado." (Rm 3.19,20 - grifo adicionado). A Lei mostrou que somos pecadores inveterados, escravos do pecado, mesmo que não gostemos dele! Portanto, o resultado da tentativa humana em cumprir a Lei será sempre o mesmo: pecado! Fracasso! É exatamente essa a mensagem dos profetas - vocês não cumpriram a Lei, as maldições da quebra da Lei estão sobre vocês! A Lei condena, encerra toda humanidade debaixo de pecado; os profetas, falando no lugar de Deus a Palavra de Deus confirmam a transgressão da humanidade!
 
Jesus, portanto, dizia que esse tempo - da lei e dos profetas - estava cumprido! Noutras palavras, acabou! Chega de tentar cumprir a lei, porque vocês não vão conseguir de jeito nenhum! Acabou a chance! Pára tudo! Vocês tentaram, tentaram, tentaram e não conseguiram! Eu deixei que vocês tentassem cumprir a Lei, mas ninguém conseguiu! Agora chega, acabaram as tentativas! O que fazer diante disso? Só tem uma coisa a fazer - confessar-se como fracassado! "Senhor, eu tentei cumprir a Lei, mas quebrei a cara! Eu achei que podia, que era bom, que dava conta, mas acumulei fracasso sobre fracasso, pecado sobre pecado! Senhor, eu sou todo errado! Eu sou um fracasso espiritualmente falando, porque fui incapaz de cumprir a Tua Lei!" Isso, querido(a) leitor(a), é o que a Bíblia chama de arrependimento! Arrependimento não é remorso, nem promessa de acerto ou melhoria de vida; arrependimento é primeiramente mudança de opinião com relação a sua própria pessoa; depois, com relação às práticas diante de Deus! Arrependimento é ver-se pecador inveterado, erro ambulante, cujos esforços pessoais em tentar viver segundo a vontade de Deus são pecado! No arrependimento você enxerga com clareza seu real estado espiritual; as justificativas e desculpas, o orgulho e a auto-suficiência são aniquiladas! 
 
Ora, se eu não consigo cumprir a Lei, sou pecador e portanto meu único destino é a morte, porque o salário do pecado é a morte (Rm 6.23). Deus, eu mereço a morte; mais ainda, eu estou morto para ti e de forma eterna (pois jamais cumprirei a Lei de Deus, por mais que me esforce para fazer isso)! "Perfeito!", diz Deus no céu, "é isso mesmo!" Nesse ponto é que entra a fé no evangelho. A fé naquilo que Deus faz por você, sem que você faça coisa nenhuma, a não ser crer em Deus. E o que Deus fez, por mim e por você? Deus enviou o Seu filho unigênito, para carregar sobre si os nossos pecados, para levar sobre si todas as nossas maldições! Jesus carregou sobre si, na cruz, os nossos pecados e maldições, recebendo o castigo que era nosso - a morte! Ele morreu de morte de cruz! Foi crucificado, considerado pecador, considerado transgressor da Lei, sem jamais tê-la transgredido! Porém, ao terceiro dia Ele ressuscitou e vivo está! Assim, eu ponho a minha fé nesse sacrifício eterno feito pela minha vida, em meu lugar; enxergo Nele, no Crucificado, o justo castigo pelo pecado que há em mim! E assim, recebo o perdão dos meus pecados - sem ter que tentar cumprir nada, apenas crer! Nele eu morri pela fé; assim Nele também ressuscitei, pela fé, para andar em novidade de vida! A isso, Deus chama na Bíblia de Graça, de favor imerecido, favor prestado a mim, por Deus, sem que eu faça nada por merecê-lo nem possa fazer nada para pagá-lo!
 
Deus amou o mundo, diz o Senhor Jesus em João 3:16. Deus amou o homem pecador! Deus odeia o pecado, mas ama o pecador! E o amor de Deus não ficou na teoria, não ficou no discurso; Deus amou de forma extravagante, intensa, ilimitada, ao ponto de dar Seu Único Filho pelo homem distante e Dele afastado por seu pecado. Deus estendeu a Sua mão para o homem; o Deus santo abaixou-se em Cristo Jesus para salvar justamente aquele que vivia sua vida de forma alienada desse Deus! Jesus, Deus que se fez carne, era chamado de amigo de pecadores, porque estava sempre junto deles, buscando salvar-lhes, sem se contaminar com suas práticas e com seu modo de vida. Penso que esse grande exemplo de Deus, de como odiar o pecado e amar o pecador, deve nortear a nós, como Igreja de Cristo, no trato com a humanidade perdida. Odiar o pecado, ou seja, não concordo e não pratico isso de forma alguma; mas amar o pecador, estendo-lhe a mão da Graça e do perdão que um dia foi estendida a cada um de nós.
 
Tristemente, entendemos muito pouco esse tão badalado princípio que frequentemente levantamos como uma bandeira de vida. Entendemos muito pouco o que seja amar o pecador, não damos a chance de se arrependerem, nem demonstramos graça com eles - especialmente com aqueles pecadores que se enquadram em nossa classe de "maiores pecadores" - os pecadores que praticam pecados ligados à área sexual. Colocamos muitas barreiras pessoais, muitos obstáculos, no trato com os adúlteros, com os sodomitas, com os homossexuais, mais do que no trato com outros pecadores, como maldizentes, como ladrões, avarentos e idólatras, dentre outros. O pior é que nós mesmos sabemos o que é isso, isto é, sermos pecadores - Paulo diz que é justamente isso que nós éramos no passado! Será que já nos esquecemos da nossa antiga natureza? Da nossa antiga realidade pecadora? Da vida que levávamos antes de Cristo nos salvar?
 
Recentemente, o pastor John Gibson, de 56 anos, de Nova Orleans/EUA, professor do New Orleans Baptist Theological Seminary, entrou em depressão ao aparecer na lista dos usuários do site de traição "Ashley Madison". Mesmo pedindo perdão para a família acabou se suicidando. O Presidente do Seminário, Chuck Kelley, disse em seu site sobre o pastor que "ele foi particularmente conhecido por seus atos de bondade à família do seminário. John foi o bom vizinho por excelência [...[ John era amado pelos alunos por causa de seu amor para o ministério e para com eles". (http://hollywoodlife.com/2015/09/09/ashley-madison-suicide-married-baptist-pastor-john-gibson/)  Gibson foi descrito por aqueles que o conheciam como uma pessoa calorosa, amorosa que levou os ideais cristãos de altruísmo e caridade a sério. E a lista de irmãos apanhados em flagrante adultério parecer ser bem extensa: "De acordo com a publicação, o diretor do Centro de Estudos Estatísticos LifeWay Research, Ed Stetzer, estima que cerca de 400 pastores, presbíteros, diáconos e líderes de diversos ministérios eclesiásticos, deveram renunciar o seu cargo nas próximas semanas, após seus nomes aparecerem na lista de usuários da Ashley Madison." (http://padom.com.br/lideres-evangelicos-aparecem-na-lista-de-site-de-adulterio-ashley-madison/) 
 
Diante dessa tão triste notícia do suicídio do pastor John, não posso deixar de pensar no sofrimento e desespero que ele deve ter experimentado. O peso da culpa que se formou sobre sua vida. A enxurrada de pensamentos que invadiram sua mente: "Agora acabou John! Você foi pego em seu pecado! Não há mais chance para você! Ninguém perdoará você, você jamais será aceito novamente! Você desgraçou sua família, sua igreja; você traiu ao Senhor e a todos aqueles que confiaram em você! É o seu fim!" Ele deve ter se lembrado de como a igreja lida com essa classe de pecado - com paus e pedras; assim, escolheu o caminho da morte para não ter que encarar àqueles que um dia chamaram ele de irmão, de amigo, de pastor. E assim tirou a própria vida!
 
O pastor John viveu durante um tempo uma vida dupla. Foi seduzido por sua própria concupiscência, pelo pecado que assedia, e acabou experimentando o prazer secreto do adultério. Ele pecou, sim é verdade, e acabou colhendo a terrível consequência do pecado. Porém, fico aqui pensando com meus botões o que poderia ter acontecido SE a igreja (de forma geral, ok? Não nenhuma especificamente) amasse verdadeiramente o pecador. Por certo, o pastor seria disciplinado - porque disciplina é bíblico e correto, talvez até fosse suspenso por um tempo do ministério - mas seria ACEITO como irmão, como sempre foi antes do fato. E estaria vivo. 
 
Ora, quando nós, Igreja, olhamos para nós mesmos, o que nos impede de cometer o mesmo pecado, de cair no mesmo erro - ou até em outros? Onde fica o ensino "aquele que cuida estar de pé, cuide para que não caia"? NENHUM DE NÓS, CRENTES EM CRISTO, está imune de cometer pecado! Todos nós podemos cair! Logo, duas coisas são necessárias: primeiro, buscar a cada dia mais e mais "arrancar o meu olho e meu braço" que me fazem pecar (Mt 18.9), isto é, evitar a todo custo contato com aquilo que me faz pecar (por exemplo, se o que te faz pecar é o site pornô e você não resiste acessá-lo enquanto navega, sugiro se livrar da internet!). Depois, exercermos misericórdia e bondade com aqueles que caem no pecado, levando-os ao arrependimento e a fé novamente.Estendo isso àqueles que estão numa luta interior sincera para se livrarem de algum pecado que assedia. Se a pessoa está lutando contra o pecado, se ela deseja seguir a Cristo, preciso ajudar - e não atrapalhar. Claro que terei cuidado com ela e comigo também, para não acabar envolvido no pecado. Claro que enquanto a luta perdurar, não poderei confiar certas responsabilidades àquela pessoa. Mas posso amá-la com o amor de Deus, posso ajudá-la com conselhos e orações. Até com ouvidos, escutando seus dramas de vida.  O que não podemos fazer é adotar a postura do "caiu, já era! Perdeu, mano!"
 
Concordando com essa postura, Thomas Rainer, presidente da LifeWay Research, ligado aos Batistas do Sul, escreveu: "os pastores devem 'acompanhar' aqueles que reconhecem o adultério e 'aborda-lo com graça'. Ser cheio da graça não significa que minimizamos os pecados do adultério, a mentira e a traição. Mas é muito triste e trágico quando os cristãos na lista estão com medo e sem esperança que os não crentes na lista. Temo que alguns cristãos tomaram uma atitude legalista e de juízo quando a graça deve prevalecer [...] O objetivo do ministério para com aqueles que têm cometido adultério é “a restauração do corpo da igreja”, acrescentou Rainer, reconhecendo que a disciplina da igreja como um caminho potencial para a restauração. “Pode levar meses, inclusive anos” para curar estas feridas. “Os pastores e outros lideres da igreja devem estar preparados para fazer diante a este longo prazo“, expressou". (http://padom.com.br/lideres-evangelicos-aparecem-na-lista-de-site-de-adulterio-ashley-madison/) Isso é amar o pecador! Amar aquele que é o meu próximo como a mim mesmo; afinal, quem não gostaria de receber amor, graça, perdão e misericórdia da Igreja? Eu poderia muito bem estar no lugar dessa pessoa! 
 
Todos os pecados são sérios, não apenas os de cunho sexual. Todos os pecados são terríveis e todos tem o potencial de nos impedir a entrada no reino de Deus. Quem já foi perdoado do seu pecado, sabe o que é ficar preso numa prática maligna e não poder contar para ninguém, com medo das reações; sabe também o que é experimentar o poder, a graça e o perdão de Cristo, manifestos diretamente por Ele e indiretamente, quando na vida de Sua Igreja. Nós fomos exatamente isso - sodomitas, efeminados, adúlteros, fornicários, necromantes, feiticeiros, devassos, incestuosos(as), zooerastas, ladrões, maldizentes, etc. Mas fomos lavados. Mas fomos santificados. Mas fomos justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. Deus não deixou de nos perdoar; não devemos deixar de estender esse mesmo perdão a quem dele hoje precisa e busca por ele!
 
Se você, querido(a) leitor(a), está com sua vida presa em alguma dessas práticas e deseja ser livre, deseja ser salvo, deseja a Cristo, convido você a fazer uma visita a nossa Igreja. Nós temos aprendido que Deus é bondoso para com todos e que Ele deseja usar Seu povo como instrumento de cura e salvação. Temos aprendido que não somos nem melhores nem piores que ninguém, que somos todos ex-pecadores que viveram um dia presos nos mesmos pecados e que por isso mesmo somos tão carentes de Deus como qualquer pessoa. Se estamos hoje livres, salvos, perdoados, justificados não foi por nosso mérito pessoal, mas foi pelos méritos de Jesus! Foi somente pela fé, a mesma fé que pode ser gerada em seu coração pelo Senhor. Você escutará uma mensagem forte baseada na Palavra de Deus; você não ouvirá nenhuma palavra que acaricie seu ego ou minimize seu pecado, mas sim uma palavra de poder para libertar sua vida! Mas experimentará também um ambiente de amor e de tratamento espiritual. Chega de carregar em silêncio uma carga pesada de culpa e de acusação, pois Nosso Senhor assim prometeu: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mt 11.28,29) 
 
Se você estiver longe, morar em outro país, você pode me contatar por e-mail (prricardoksf@yahoo.com.br), querendo desabafar, pedir um conselho, oração... caso você precise de um amigo, enfim. Pode também procurar uma Igreja Cristã verdadeira que aceite cuidar da sua vida. Deus, o Pai, que é Amor, ama você e Seu Espírito direcionará sua vida para um lugar onde Ele possa tratar de ti. Saiba que a promessa de salvação é para você também, a promessa de vida abundante, a promessa de liberdade do pecado e a promessa de comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito. A Igreja é o seu lugar, não deixe o diabo dizer o contrário! A IGREJA É O SEU LUGAR, O SEU LAR ESPIRITUAL. Tenha fé, creia em Deus, creia no Evangelho! Deus abençoe a sua vida, em Cristo Jesus!
 
Pense nisso. Deus está te dando visão de águia!          
 
 

 
  

Um comentário:

  1. Quem somos nós para apedrejar as pessoas , que estão presas nesses pecados ou em quaisquer outros Tendo recebido misericórdia, sido alvo da Graça de Deus, nada me resta a não ser estender as mãos para aquele que se arrepende de suas antigas práticas. Como qualquer pecado ,costuma aprisionar o seu praticante com grilhões pesadíssimos e asfixiantes, somente o Poder do Altíssimo é capaz de libertar o homem dessas algemas . O pecador envolvido se angustia ,sente-se sujo ,com a estima lá embaixo e indigno do perdão e do amor divinos. A cura interior através de servos cheios do Espírito Santo traz bons resultados. Não podemos rejeitar tais pessoas. Isso seria por demais doloroso para elas, visto que já se auto rejeitam. A Igreja deve ser uma comunidade acolhedora e não justiceira.

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