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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

RUDIMENTOS DA DOUTRINA DE CRISTO - III: OS BATISMOS


POR isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, e da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno. E isto faremos, se Deus o permitir. (Hb 6.1-3)


Dando prosseguimento ao estudo dos fundamentos da fé cristã, nesta argumentação vamos abordar a doutrina dos batismos. Note que o ensino acerca dos batismos refere-se aos rudimentos da fé cristã e que o autor aos Hebreus escreveu sua epístola para um grupo específico de crentes que existiram naquela época – os crentes que eram hebreus, convertidos do judaísmo à fé cristã.


Este ensino se reveste de grande importância em nossos dias, onde as trevas têm tomado as mentes e corações daqueles que deveriam conhecer e ensinar a Palavra de Deus sem enxertos humanos. Nos últimos dias têm se levantado alguns pastores, bispos e apóstolos ensinando heresias acerca dos batismos: para uns, só serão salvos aqueles que forem batizados nas águas; para outros, ninguém pode ser batizado com Espírito Santo nos dias de hoje; outros confundem as manifestações da alma com as do Espírito; outros, de forma muitíssimo pior, classificam temerariamente todas as manifestações ocorridas como “obras do diabo”, sem procurar discernir as manifestações, pecando de forma imperdoável contra o Espírito Santo e ensinando outros a fazer o mesmo. E assim há um sem-número de erros e confusões acerca dos batismos, gerando desorientação e enfraquecimento da fé. O escasso discernimento espiritual por si só já é um sintoma do baixíssimo nível espiritual desses líderes religiosos, se é que há alguma espiritualidade em suas vidas. Paulo ensina que quem não discerne as coisas do Espírito de Deus é o homem natural, não convertido, sem o Espírito de Deus.

OBSERVAÇÃO: Segundo o ensino dos Mórmons, também conhecidos como "Santos dos ùltimos Dias", há o batismo por procuração ou batismo pelos mortos. Segundo este ensino, um vivo poderia ser batizado no lugar de uma pessoa morta e esta então usufruiria dos benefícios do ato praticado pelos vivos. Este ensino surge a partir da interpretação distorcida de I Co 15.29: "Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?" Com uma simples leitura do contexto, é fácil perceber que "os mortos", na argumentação paulina, refere-se ao pensamento de alguns de que Cristo não havia ressuscitado (I Co 15.12-14). Aqui vale a máxima da exegese bíblica: texto sem contexto só serve para fazer um pretexto; e este só serve para jogar no cesto. Os Mórmons não são considerados como Igreja cristã pelas denominações genuinamente cristãs, pois seguem um outro evangelho (Gl 1.9), com outro testamento.

O termo batismo vem do substantivo grego “baptismo”, sendo traduzido por submergir, imergir. Observe que o termo “batismo” está no plural, o que indica que o ensino envolvia mais de um tipo de batismo. Mas que batismos eram esses? Dado que a epístola foi escrita para os Hebreus, estes batismos envolvem as práticas daquele povo. Além disso, é muito provável que envolva também os “batismos” praticados pelas religiões de mistério existentes naquela época.

Os Hebreus, em sua religião, praticavam rituais de purificação que envolviam abluções (o termo grego baptismo se refere tanto ao ato de imersão quanto ao rito de purificação como lavagem). O primeiro milagre de Jesus, realizado nas Bodas de Caná, foi justamente a transformação de água (utilizada para as purificações – do Gr. katharismos – dos judeus) em vinho (João cap. 2). O cap. 19 do livro de Números mostra algumas purificações com água realizadas pelos Hebreus.

“Houve então uma questão entre os discípulos de João e os judeus acerca da purificação. E foram ter com João, e disseram-lhe: Rabi, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tu deste testemunho, ei-lo batizando, e todos vão ter com ele.” (João 3:25,26). Aqui novamente aparece o termo “katharismos”. Há somente 7 versos no Novo Testamento que usam este termo (Mc 1:44; Lc 2:22; 5:14; Jo 2:6; 3:25; Hb. 1:3; 2 Pe. 1:9); nos Evangelhos, é usado sempre se referindo às purificações dos judeus. Nos versículos 22 e 23 o termo grego utilizado é baptismo. Este texto não indica, como propõem alguns intérpretes, que o batismo de Jesus era diferente do batismo de João, mas sim sobre o porquê que Aquele (não que Ele mesmo batizasse, mas seus discípulos o faziam) que fora batizado por João passara a batizar também (observe que João responde, nos versículos 29 e 30, que Cristo é quem tinha a preeminência, não João. Veja também Jo 4.1,2). Observe também que o batismo aqui é entendido pelos discípulos de João como sendo algo voltado para a purificação.

Lucas afirma que o batismo de João era o batismo de “arrependimento, para perdão dos pecados” (Lc 3.3). Note que Lucas relata que João exortava duramente à multidão que saía para ser batizada por ele (Lc 3.7-9). Ora, se ele pregava a necessidade urgente de batismo, porque ele repreendia àqueles que a ele vinham para sem batizados? Porque a multidão entendia que o batismo de João era mais um rito de purificação, algo meramente exterior, sem a necessidade de transformação interior (arrependimento). De nada adiantaria àquelas pessoas, espiritualmente falando, serem batizadas sem que houvesse real arrependimento primeiramente. O rito em si mesmo não tem efeito nenhum; é preciso de haja mudança de vida (Lc 3.10-14) para que haja eficácia no batismo. Por isso, o arrependimento e a fé devem ser primeiramente gerados pelo Espírito Santo no coração dos homens, para que só então esses homens sejam batizados nas águas.

Abre parênteses: Segundo São Tomás de Aquino, em sua Summa Theologica, o texto de Hebreus 6:2 se refere ao batismo de água, de arrependimento, e de sangue. Trata-se de uma “teologização” do batismo, onde o batismo de sangue seria o martírio, em razão da fé cristã, de alguém que não necessariamente tivesse sido batizado em água. Thomas de Aquino, citando Agostinho, compara os batismos de água e de sangue: "O recém-batizado confessa a sua fé na presença do sacerdote: o mártir na presença do perseguidor. O primeiro é aspergido com água, depois que ele confessou, este último com o seu sangue. O primeiro recebe o Espírito Santo pela imposição das mãos do bispo, este último é feito templo do Espírito Santo". Para o catolicismo romano, o batismo de sangue (aparentemente baseado em Mt 20.22,23), aliado ao desejo de ser batizado (o que a teologia católica denomina “batismo de desejo” ou “penitência” – outra teologização, onde é há uma confusão com o batismo do Espírito. O argumento Tomaquiano para “batismo de desejo” baseia-se no episódio do ladrão na cruz, salvo sem batismo) acarretaria os frutos do batismo em água: o perdão dos pecados e a entrada no Reino de Deus. O leitor deve atentar para o fato de que este conceito foi elaborado posteriormente à escrita da epístola aos Hebreus, não refletindo necessariamente o pensamento do autor da mesma, nem do autor desta argumentação. Fecha parênteses.

Assim, o ensino a que se refere a epístola aos Hebreus no que concerne ao batismo de João consistia na distinção, tanto em propósito quanto em natureza, desse batismo das purificações dos judeus, algo facilmente confundível pelos crentes de origem hebréia. As purificações tinham o propósito cerimonial, sendo interpretadas como mero rito exterior – assim como o restante da Lei de Moisés; por sua vez, o batismo de João tinha como propósito o arrependimento, algo ligado ao interior do homem. Não eram, de modo algum, práticas equivalentes; assim, mesmo que os crentes hebreus tivessem experimentado inúmeras vezes as purificações em água, uma vez tendo sido convertidos deveriam agora participar do batismo nas águas. Perceba adicionalmente que no texto da epístola, os ensinos sobre arrependimento das obras mortas e a fé em Deus são citados antes do ensino sobre os batismos, de forma que os primeiros são pré-requisitos para os seguintes.

Segundo a ordem do próprio Senhor Jesus, o batismo nas águas é feito “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). A expressão “em nome de” indica que o batismo é feito na autoridade e determinação unicamente da Divina Trindade (não no nome da pessoa que está batizando outra). Se cada homem batizasse em seu próprio nome o caos se instalaria na Igreja, pois haveria uma disputa sobre “quem foi batizado no nome do mais proeminente batizador”. Por muito menos, na Igreja de Corinto, existiam disputas e contendas motivadas por “preferências” dos crentes pelos ministros de Deus: “Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo.” (I Co 1.12) Note que Paulo pergunta: “Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo?” O apóstolo mesmo responde a pergunta: “Dou graças a Deus, porque a nenhum de vós batizei, senão a Crispo e a Gaio, para que ninguém diga que fostes batizados em meu nome.” (I Co 1.13-15) Batizar em seu próprio nome – como fazer discípulos para si mesmo – é típico de fundadores de seitas, coisa inconcebível na fé cristã. Um crente pode ser discípulo de um outro crente, desde que este segundo seja discípulo de Cristo e tenha, deste modo, o propósito de edificar a pessoa na fé cristã, tornando-a mais semelhante ao próprio Senhor de ambas.

Abre parênteses: O batismo nas águas cura doenças físicas? O batismo nas águas liberta a pessoa de espíritos malignos? Não e não! Ele não tem esse propósito! Mas, o batismo nas águas purifica o homem dos seus pecados? O batismo salva? Novamente, a resposta é não. O batismo não lava pecados, como querem fazer crer alguns religiosos. Nem tampouco salva, ainda que o batismo tenha um papel no plano de Deus para a salvação do homem. Essa verdade está muito clara nas Escrituras: Felipe foi transladado pelo Espírito Santo de Samaria a Gaza por causa de uma única alma, o eunuco da rainha Candace, a ser salva e batizada nas águas. Fecha parênteses.

Há que se considerar, ainda, o batismo com o Espírito Santo, e com fogo (Mt 3.11), onde Jesus é o batizador. Eis um tema bastante debatido entre os irmãos pentecostais e os irmãos tradicionais. Mesmo entre os pentecostais, há controvérsias: o texto aborda dois batismos (batismo com Espírito Santo e batismo com fogo) ou apenas um? (batismo com Espírito Santo e com fogo) No texto grego, a expressão “batismo com Espírito Santo e com fogo” é “en pneumati hagio kai puri” (“βαπτίσει ἐν πνεύματι ἁγίῳ καὶ πυρί”, Textus Receptus – 1550, com acentos). Conforme alguns mestres da Palavra de Deus, a coordenação copulativa kai (“e”) exige que “o batismo com Espírito Santo e com fogo” seja tratado como sendo um único batismo.

Há outros Mestres da Bíblia que argumentam que ao mencionar o batismo com Espírito Santo e com fogo João estaria se referindo a dois tipos de batismo diferentes: o batismo com Espírito Santo, destinado ao trigo (aos arrependidos) e o batismo com fogo, destinado à palha (aos impenitentes, baseados em Ml 3). Ainda que esta interpretação pareça ser a mais óbvia, há alguns argumentos que a contradizem. O termo “batismo” na Bíblia nunca é associado a algo negativo, como a destruição dos ímpios e infiéis, mas aparece sempre ligado a uma atitude positiva (não há uma expressão “batismo de destruição” na Bíblia). Ao contrário do que argumentam alguns, o fogo, em Malaquias 3:1-3, é destinado aos “filhos de Levi”, para os purificar, de forma que tragam ofertas em justiça ao Senhor; não sendo assim destinado aos “filhos de Belial” para os destruir, como sugerem os intérpretes de Mateus 3. Porque a inclusão da expressão “com fogo”? Obviamente, para enfatizar um dos aspectos deste batismo: a rápida capacidade de se alastrar. Havendo comburente e combustível, o fogo arderá ininterruptamente. Note que a rápida e ininterrupta expansão da Igreja, a partir do Pentecostes, pode ser facilmente associada à ação do fogo sobre os materiais combustíveis; do mesmo modo, associa-se também a sua ininterrupção (não existe instituição que tenha sido tão combatida e mesmo assim continue insistentemente existindo na face da Terra do que a Igreja). É preciso também considerar que João está se referindo a um tempo futuro (“ele vos batizará”), a um momento profético específico, que não correspondia ao momento em que aquelas palavras foram pronunciadas; deste modo, ao inspirar estas palavras, o Espírito Santo poderia estar se referindo à Igreja que seria ainda formada no dia de Pentecostes.


O que seria este “batismo com Espírito Santo e com fogo”, ou de forma mais simplificada o “batismo com Espírito Santo”? É o cumprimento da profecia de Joel: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão” (Jl 2.28-30 comp. com At 2.17,18). Jesus afirmou que ele é o revestimento de poder (At 1.5,8), para capacitar os crentes para serem testemunhas do Senhor (mártires). Assim, o batismo com Espírito Santo deveria tornar os crentes mais aptos para testemunharem sobre a realidade do ministério do Senhor Jesus; afinal o ministério do Espírito Santo é glorificar o Senhor Jesus, anunciando o que Dele receber (Jo 16.14).

Como se dava o batismo com Espírito Santo nos tempos apostólicos? Dava-se pela imposição de mãos dos apóstolos, como em Samaria (At 8.14-17), após o batismo nas águas; dava-se espontaneamente, após a pregação da Palavra de Deus, como na casa de Cornélio (At 10.44; 11.15-17); dava-se também a partir da busca pelo Senhor em comunhão e oração (At 2). Sobre isso, Pedro disse: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo” (At 2.38). Em Éfeso (At 19.2-7), Paulo perguntou aos irmãos que ali estavam: “Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes?” A resposta foi unânime: “E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.” Os irmãos em Éfeso sequer tinham conhecimento da existência do Espírito Santo! Eles só haviam sido batizados até o momento conforme o batismo de João, ou seja, o batismo nas águas para arrependimento. A Bíblia diz que Paulo então impôs as mãos sobre eles, e aqueles discípulos foram batizados com o Espírito Santo, com as evidências disso: línguas estranhas e profecias!

Assim, de forma geral, o batismo com o Espírito Santo aparece no livro de Atos após a conversão (da qual precedem o arrependimento e a fé) e o batismo nas águas. Qual é a ligação bíblica entre os batismos? O ministro batiza nas águas, Jesus batiza com o Espírito Santo. E o Espírito Santo? Batiza no Corpo de Cristo, que é a Igreja! (I Co 12.13) Se realmente somos batizados na base do arrependimento e fé em Jesus, certamente receberemos o Espírito, e é este Espírito que nos introduz no corpo de Cristo e forma sua natureza em nós. É somente através do Espírito nos batizar no corpo que a pessoa de Jesus, sua vida e humanidade, pode ser manifestada ao mundo através de nós. Essa realidade – do batismo no Corpo – ainda precisa ser restaurada na Igreja hodierna!

Observe que a seqüência – batismo nas águas, batismo com Espírito e batismo no Corpo – não é automática, conforme Atos 19. Trata-se de uma propriedade inerente, um potencial que pode ser desenvolvido pela fé. Ao sermos batizados na água podemos e devemos ser batizados no Espírito e ao sermos batizados no Espírito podemos e devemos ser batizados no corpo. Mas por termos entrado em apostasia e vivermos em tempos de restauração, precisamos lutar para voltar a este nível, que é nosso direito e herança.

A necessidade de arrependimento e fé, gerando conversão e desejo de ser batizado nas águas, ao qual tendo acontecido ensejará, ao seu tempo, o batismo com Espírito Santo e o batismo no corpo é a causa da negativa de batismo àqueles que não compreenderam ainda o propósito disso. É preciso ter compreensão sobre o que significa ser batizado nas águas, com clareza, antes do ato. Do ponto de vista bíblico, uma pessoa só deveria ser batizada nas águas após a evidência de conversão e da compreensão do que implica ser batizado.

Na próxima argumentação, estudaremos acerca do ensino sobre a imposição de mãos. Até lá, permitindo Deus! Lembre-se: Deus está lhe dando visão de águia!

2 comentários:

  1. Hoje em dia é de extrema necessidade o ensino sobre o batismo.Há muita confusão.Há muitos que desejam ser batizados,mas não entenderam ainda a seriedade do que pretendem.E assim mais uma vez,salta aos olhos,a falta que faz um mestre na igreja de Cristo.Vemos por isso as heresias crescendo e o povo cada vez mais carente.Há tb,muitos que são enganados por não serem estimulados à Leitura Bíblica.A tudo isso,acrescenta-se uma grande preguiça e desinteresse por parte de alguns,e esperteza por parte de outros.É mais fácil repetir jargões,que não dizem nada.

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  2. Acredito que batismo com o Espírito Santo é realmente para os que são salvos e hão de se salvar.
    Creio que ao aceitar a Cristo como seu SALVADOR a pessoa (desde que sincero e verdadeiro) ja recebeu a presença do Espírito Santo.
    Creio que a verdadeira presença do Espírito Santo na vida do Crente gera mudanças no Carater, na conduta, etc...ISTÓ É FRUTOS DA PRESENÇA E DA NATUREZA DE DEUS NESTE CRISTÃO PELO SEU ESPIRITO SANTO. (galatas5v21-22)

    Quanto ao fogo, isto é batismo com fogo, acredito que se diz realmente respeito a Juízo, ou algo proximo a isso que está ocorrendo nestes ultimos tempos na esfera cristã, ao que muitos crentes sinceros estão literalmente sendo vitimas deste batismo...VEJA:

    http://www.youtube.com/watch?v=buUvRIqZ3TE
    ou
    http://www.youtube.com/watch?v=Ja1ktQEijVo


    Baseado nisto vejo o que o Palestrante Mario Persona diz:

    http://www.youtube.com/watch?v=oulH5Uw29Y8
    http://www.youtube.com/watch?v=LMZgVaI1WTQ





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