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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

SOCORRO, SOU PASTOR E PRECISO DE AJUDA!

"Socorro, sou pastor e preciso de ajuda!" Esse é, talvez, o pedido mais difícil de ser feito por um ministro do Evangelho. Tudo, aliás, que envolve a vida e o ministério de um pastor chamado por Deus está longe, muito longe de ser simples e fácil. São sempre muitas variáveis a serem consideradas, onde qualquer decisão ou pedido tem o imenso potencial de gerar enormes problemas, que perdurarão por muito tempo. Mesmo depois de resolvidos, ainda ecoarão nos ouvidos desse servo de Deus, que sentirá todo o peso do seu reflexo.

A verdade, por mais dura e terrível que seja, é que um pastor é uma pessoa solitária. Aquele que passa anos a fio de sua vida ouvindo as angústias, os dramas, os anseios e até os pecados dos crentes não pode se dar ao luxo dele mesmo compartilhar com ninguém suas próprias mazelas. Caso o faça, ele e seu ministério cairão em descrédito perante a Igreja que pastoreia, além de abrir brechas para obreiros oportunistas usarem suas confissões como arma contra ele, sabotando o ministério do pastor. Eu já sofri isso na pele, quando pedi a um pastor conhecido, de outro ministério, que orasse para que Deus abençoasse a mim e minha esposa com um filho. Na primeira discordância que houve, esse irmão no auge de sua carnalidade jogou isso na minha cara!

Pastor que passa problemas é tido pela igreja como fracassado. Isso é fruto dessa maldita e infernal religião, que coloca o pastor como um super-homem, infalível, sempre forte, sempre poderoso, arrotando unção por onde passa. Maldita religião gospel, que mede o ministério de um pastor pelo número de membros, quantidade de congregações no ministério e grana que tem no bolso! Essa religião é coisa do diabo! Religião da performance! Assim, qualquer pastor sente-se pressionado - e muito pressionado - para fazer "a obra dar certo". Isso gera pastores psicóticos com números e quantidades, adoecendo o ministro. Estamos falando de pastores sérios, daí esse irmão ou essa irmã vai experimentar uma profunda crise espiritual, especialmente se for mestre na Palavra de Deus: "como pode eu conhecer tanto, como pode eu viver de forma ética e correta, temente a Deus e segundo a Palavra e a igreja ir se arrastando, enquanto o outro ali não tem nem 10% do que Deus me deu, é antiético, picareta e a igreja vai de vento em popa?!?" É exatamente o mesmo que Asafe expressou no Salmo 73. O Salmo 73 é o salmo do pastor em crise!

Um pastor depende, necessariamente, de outros para edificarem a Igreja e levarem adiante a Obra que Deus lhe confiou para fazer. Ninguém faz nada sozinho, isso é ilusão; ninguém "basta-se a si mesmo", "tem todos os dons e recursos". Paulo, em Efésios 4, vai colocar esse ministro junto com outros 4, com a função clara de "aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo" (Ef 4.12). Além desses, um pastor precisa de diáconos ao seu lado, que desembaracem esse ministro (tragam soluções e não problemas), precisa de lideranças de departamentos ativas e comprometidas com a obra de Deus, precisa de gente para atuar na estrutura administrativa (secretário, tesoureiro, etc.), precisa de outros pastores, e por aí vai. O problema é que com o empobrecimento espiritual da Igreja, um pastor frequentemente vê-se  literalmente sozinho, pois não encontra quem possa ajudá-lo. São poucos os trabalhadores da Seara! Gente compromissada, que quer realmente fazer a diferença... isso é raríssimo hoje em dia! Feliz e abençoado é que acha um Tíquico, um Onésimo (Cl 4.7,9). Daí, das duas opções, uma acontece: ou esse pastor vai concentrar tudo em si mesmo ou vai usar o material humano que tiver à sua disposição. E qualquer uma das opções é problema: Se ele faz tudo sozinho, vai ficar doente, sem tempo de cuidar de si mesmo, da doutrina, da família, da igreja - a tendência é ficar depressivo ou neurótico. Se ele usa gente à revelia, vai ter muita dor de cabeça com maus testemunhos, com desleixo, com gente fazendo a obra de Deus relaxadamente, com disse-me-disse, com omissões, com rebeldias e teimosias e por aí vai. No final, tudo vai acabar recaindo sobre o pastor.

Um pastor sofre nas mãos de "cobradores da fé" - gente que parece ter o prazer de viver cobrando o pastor por aquilo que acontece e, pior, que não acontece na Igreja. Se alguém saiu da Igreja... se o culto tá sem unção (maluquice gospel)... se as entradas caíram... se o pregação não agradou os carnais... se pregou durou mais do que acharam que devia... se a igreja do vizinho tá melhor... se os crentes estão "quebrando pau" entre si... se fulano adulterou... se beltrano fornicou com a namorada... se ciclano se desviou... se a frequência caiu... se o culto fala sobre dinheiro... se não fala sobre dinheiro... se ciclana se divorciou... se A foi disciplinado... se B não foi disciplinado... se não sorri... se não cumprimentou... é culpa de quem? Do pastor! Como - e com quem - abrir o coração numa situação dessas, quando o ministro é julgado tão cruelmente???

Na minha experiência de vida e ministério, por tudo que tenho visto e ouvido com pastores mais velhos e experientes do que eu, eu diria que um pastor frequentemente passa por angústias e sofrimentos dos mais variados e diversos. A Obra de Deus é pesada; não é fácil ser um ministro autêntico de Deus, uma referência para a Igreja,  num meio que prefere o genérico, o pseudo equivalente. Todo pastor tem que lidar não apenas com a congregação e suas mazelas e sutilezas: ele tem que lidar também com suas frustrações pessoais, com suas histórias familiares, com as pressões que falamos anteriormente, com suas próprias fraquezas, com suas enfermidades, com suas emoções. Em meio a isso tudo, precisa manter sua vida espiritual em dia, ouvindo de Deus para si e para aqueles que pastoreia. Precisa tomar decisões, por vezes dificílimas, quanto à sua própria vida, carreira, ministério e igreja, mesmo que ele saiba que muitas vezes a decisão será impopular. Alguém tem que decidir, alguém tem que dar a direção, alguém tem que assumir os ônus. Esse alguém é o pastor. Não é a igreja que dirige o pastor, é o pastor quem dirige e modera a Igreja. Por conta disso, sempre haverá "bicudinhos e bicudinhas" na igreja! 

Por conta disso, 2017 foi o ano em que mais se viu pastores e obreiros se suicidando. Um total de 4 servos de Deus tiraram, numa atitude extremada, a própria vida. Conforme o website "Gospel Mais", tratam-se dos irmãos em Cristo "pastora Lucimari Alves Barro, a Igreja do Evangelho Quadrangular em Criciúma (SC); pastor Júlio César Silva, ex-presidente da Assembleia de Deus Ministério Madureira em Araruama (RJ); pastor Ricardo Moisés, 28 anos, da Igreja Assembleia de Deus em Cornélio Procópio (PR), que se enforcou na casa pastoral nos fundos da igreja; e o presbítero João Luiz Tavares, da Igreja Assembleia de Deus em Iguaba Grande, na Região dos Lagos (RJ), também enforcado." (fonte: https://noticias.gospelmais.com.br/pastora-comete-suicidio-quarto-dezembro-94659.html. Acesso: 03/01/2018) Minhas orações são para que o Espírito Santo console os corações dos familiares e irmãos enlutados!

Esse "fenômeno", de pastores se suicidando, não é peculiaridade do Brasil.  Em 2013, Rev. Teddy Parker, 42, morreu de uma ferida de tiro auto-infligida no caminho de sua casa, enquanto sua igreja de 800 membros e sua família esperavam que ele se apresentasse para pregar no domingo de manhã. Parker foi pastor na Igreja Batista Bibb Mount Zion em Macon e um pai de dois filhos. Ele disse que observou recentemente: "Às vezes, não sinto que Deus está me ouvindo." (CLARAMENTE, UMA CRISE EMOCIONAL/ESPIRITUAL). Quando Parker não foi pregar, a família foi procurá-lo; sua esposa foi quem descobriu seu corpo (fonte: https://churchleaders.com/pastors/pastor-articles/171423-pastor-commits-suicide-while-congregation-waits-for-him-to-preach.html). Em setembro de 2017, a Christ the Rock Community Church  em Menasha, Wisconsin, anunciou que seu pastor fundador, Bill Lenz, tirou sua própria vida, um evento trágico resultante da batalha de um mês desse ministro com a depressão (fonte: https://www.charismamag.com/spirit/church-ministry/35009-popular-pastor-commits-suicide). Assim como esse, há muitos outros casos espalhados pelo mundo.
 
Não posso deixar de pensar os terríveis dramas que esses servos do Senhor estavam enfrentando, para chegarem a esse extremo. A pressão deveria estar enorme sobre eles! Pior: não acharam NINGUÉM, nenhum irmão ou irmã em Cristo, para desabafarem e buscarem acompanhamento e/ou aconselhamento. Ninguém viu, ninguém percebeu, ninguém notou... ninguém discerniu o espírito, a tristeza/angústia do coração desses queridos irmãos! NINGUÉM! Será que eles não deram sinais de cansaço? De fraqueza? De sofrimento? Mas ninguém parou para ver. A bem da verdade, nua e crua, é que são raríssimos aqueles que na igreja deixam as suas vidas, os seus problemas de lado, um pouco que seja, para olhar para aqueles que estão ao redor. Querem ser amados, entendidos, compreendidos, aceitos... querem que o pastor use a visão thundercat, além do alcance, e veja o que estão vivendo. Mas e a mão de retorno? Quem olha para o pastor? Com quem ele pode realmente falar, se abrir, contar seus dramas, sem ser julgado por isso? Sem ficar na mão de A ou de B, sob ameaça de ter seu problema exposto diante da congregação quando não concordarem com a direção pastoral?

É bom dizer que todo pastor sério, chamado por Deus, é extremamente duro consigo mesmo. Aqueles que acham que seu pastor é duro com a congregação, não quererão jamais estar na pele dele quando lida consigo mesmo! John Bunyan, por exemplo, era profundamente espiritual e às vezes tinha um espírito enlouquecido. No entanto, os tormentos inimagináveis de mente e alma de Bunyan são o que lhe dava a capacidade de falar com tal clareza criativa acerca da experiência humana do cristão. Vale a pena ler a autobiografia espiritual "Grace Abounding to the Chief of Sinners" (disponível em: https://www.amazon.com/Bunyan-Grace-Abounding-Chief-Sinners/dp/1484128206/?tag=thegospcoal-20), de autoria desse ministro. Se ele estivesse vivo hoje, não haveria uma igreja evangélica que o chamasse para ser seu pastor.

Um pastor que leva a sério seu chamado e ministério é uma pessoa que dedica muito do seu tempo com a Palavra de Deus, abrindo mão muitas vezes de horas de convivência familiar, de lazer e de sono.  Estudar, interpretar e pregar a Palavra de Deus é uma tarefa assustadora; exige tempo para oração, pesquisa e receptividade para a liderança do Espírito Santo. Preparar um sermão segue uma semana exigente de resolução e administração de conflitos - não exatamente atividades criativas. O horário de estudo e oração de um pastor varia de 30 a 60 por cento da semana de um pastor. Isso não é algo fácil (2 Timóteo 2:15, 1 Timóteo 4:13). Some-se a isso o cuidado com a congregação. Os pastores carregam o peso da vida de seus congregados. Os pastores sofrem dor pelo povo; eles perdem o sono, o tempo pessoal e a energia orando e aconselhando os crentes sob seu cuidado a qualquer hora do dia ou da noite. Precisa cuidar dos problemas pessoais e coletivos, e ainda suportar as críticas e murmurações dos insatisfeitos e chatos de plantão. Aconselhamento é outra fonte de constante estresse pastoral: muitos crentes que recebem ajuda de seu pastor, rejeitam a sabedoria e o conselho de seu pastor, não se arrependem de seus pecados ou culpam a igreja por seus problemas!

Não posso me furtar a citar que há pastores, inclusive, que enfrentam terríveis dilemas pessoais e espirituais com o pecado pessoal. Os pastores enfrentam tentações como qualquer outro cristão; a dificuldade adicional para os ministros é a pressão de ser um exemplo espiritual e sem parceiros de responsabilidade confiáveis. Em uma pesquisa feita pela LifeWay, 50% dos pastores relataram usar pornografia como um analgésico e 38% admitiram ter relações sexuais inapropriadas com pessoas de sua congregação. (1 Timóteo 1:18-19)

Cito aqui como emblemático o caso do pastor John Gibson, professor do "New Orleans Baptist Theological Seminary". Ele era casado com dois filhos. Acabou cometendo suicídio, após seu nome ser divulgado numa lista de assinantes do site de encontros Ashley Madison. "Ele falou sobre a depressão. Ele falou sobre ter seu nome lá, e ele disse que estava muito triste", disse sua filha Christi. "O que sabemos sobre ele é que ele serviu sua vida para outras pessoas, e ele ofereceu graça, misericórdia e perdão a todos, mas de alguma forma ele não pode estender isso a si mesmo". O Presidente do Seminário, Chuck Kelley, disse em seu site sobre o pastor que "ele foi particularmente conhecido por seus atos de bondade à família do seminário. John foi o bom vizinho por excelência [...] John era amado pelos alunos por causa de seu amor para o ministério e para com eles". (http://hollywoodlife.com/2015/09/09/ashley-madison-suicide-married-baptist-pastor-john-gibson/)  Gibson foi descrito por aqueles que o conheciam como uma pessoa calorosa, amorosa que levou os ideais cristãos de altruísmo e caridade a sério. E a lista de irmãos apanhados em flagrante adultério parecer ser bem extensa: "De acordo com a publicação, o diretor do Centro de Estudos Estatísticos LifeWay Research, Ed Stetzer, estima que cerca de 400 pastores, presbíteros, diáconos e líderes de diversos ministérios eclesiásticos, deveram renunciar o seu cargo nas próximas semanas, após seus nomes aparecerem na lista de usuários da Ashley Madison." (http://padom.com.br/lideres-evangelicos-aparecem-na-lista-de-site-de-adulterio-ashley-madison/)  

Diante dessa tão triste notícia do suicídio do pastor John, não posso deixar de pensar no sofrimento e desespero que ele deve ter experimentado. O peso da culpa que se formou sobre sua vida. A enxurrada de pensamentos que invadiram sua mente: "Agora acabou John! Você foi pego em seu pecado! Não há mais chance para você! Ninguém perdoará você, você jamais será aceito novamente! Você desgraçou sua família, sua igreja; você traiu ao Senhor e a todos aqueles que confiaram em você! É o seu fim!" Ele deve ter se lembrado de como a igreja lida com essa classe de pecado - com paus e pedras; assim, escolheu o caminho da morte para não ter que encarar àqueles que um dia chamaram ele de irmão, de amigo, de pastor. E assim tirou a própria vida!
O pastor John viveu durante um tempo uma vida dupla. Foi seduzido por sua própria concupiscência, pelo pecado que assedia, e acabou experimentando o prazer secreto do adultério. Ele pecou, sim é verdade, e acabou colhendo a terrível consequência do pecado. Porém, fico aqui pensando com meus botões o que poderia ter acontecido SE a igreja (de forma geral, ok? Não nenhuma especificamente) amasse verdadeiramente o pecador. Por certo, o pastor seria disciplinado - porque disciplina é bíblico e correto, talvez até fosse suspenso por um tempo do ministério - mas seria ACEITO como irmão, como sempre foi antes do fato. E estaria vivo. (fonte: http://apenas-para-argumentar.blogspot.com.br/2015/09/sexo-e-castigo-o-que-e-amar-o-pecador.html) A questão é: poderia o pastor John Gibson ter aberto sua vida para alguém? Teria ele encontrado uma alma, uma sequer, que o ouvisse e o tratasse com graça e pela graça?

Diante de tudo isso, muitos são os pastores que abandonam seu ministério. Aqueles que não abandonam, com toda certeza já pensaram seriamente em fazê-lo. Como suportar? Problemas de todos os lados - a imensa maioria criada por carnalidade de crentes (brigas, dissensões, facções, disputas pessoais, falta de cooperação, falta de dedicação, falta de fidelidade e compromisso, etc.), problemas financeiros pessoais e congregacionais (muitos crentes simplesmente não contribuem financeiramente com a obra de Deus por mera discordância das decisões pastorais - dinheiro é controle), problemas emocionais, problemas familiares, problemas espirituais... Pastor é gente! Pastor sofre, chora, se entristece, se decepciona, se aborrece, sente raiva, sentem-se sozinhos, ficam desencorajados... E não tem amigos com quem compartilhar! Enquanto muitos crentes de sua Igreja atuam como se fossem amigos pessoais com seu pastor, a maioria não consegue separar o papel de pastor do indivíduo, confundindo as coisas. Isso cria uma barreira de intimidade, fazendo com que a maioria dos pastores experimente a solidão de ter poucos amigos que os conhecem pessoalmente além de seu papel como pastor. Muitos pastores não têm amigos íntimos, com quem possam abrir o coração sem serem julgados.

Muitos pastores e pastoras experimentam problemas em seu casamento. Um estudo recente concluiu que a metade dos casamentos dos pastores terminará em divórcio; 40% dos casamentos terão um caso durante os anos do ministério, e mais de 75% dos pastores dizem que seus casamentos estão em dificuldades. 80% das esposas dos pastores desejam que seus maridos escolham uma profissão diferente. Os casamentos pastorais lutam para ter sucesso, não pela falta de saber como, mas da enorme pressão adicionada à vida conjugal normal. Em meio à pressão e à falta de tempo e privacidade, os pastores devem modelar um casamento piedoso em suas congregações.

Concluo com o seguinte: Meu/minha amado(a) pastor(a), companheiro(a) de ministério, companheiro nas aflições e agruras pertinentes ao exercício do santo ministério pastoral, saiba que há alguém que pode lhe ouvir e lhe aconselhar, sem que isso represente a destruição daquilo que você tem amado e se dedicado ao longo dos anos - o ministério em sua vida. Eu, como seu irmão e companheiro, estou à sua disposição para conversar, para te ouvir e aconselhar, independente do que esteja acontecendo. Não sou Deus, sou homem como você é; mas como pastor tenho capacidade de empatia para com você em suas agruras e dramas. Você não precisa ficar sozinho. Não precisa se isolar. NÃO PRECISA TIRAR SUA PRÓPRIA VIDA! Vamos conversar! Vamos chorar! Vamos orar! Vamos buscar juntos, em Deus, a solução! Se você quiser conversar comigo, pessoalmente, podemos marcar inicialmente um papo na Igreja aos domingos. Se quiser, pode me escrever também, por e-mail. Se quiser, pode também postar aqui, no blog. O importante é que você, que está vivendo esse problemão, não fique tentando resolver sozinho. Saiba que apesar de qualquer coisa que você esteja vivendo, Deus o(a) ama e deseja restaurar sua vida e alegria! Ele é o Deus que está sempre pronto a nos socorrer e nos ajudar!

2 comentários:

  1. Amado Pastor Ricardo... Gostaria de agradecê-lo por tão clara e detalhada exposição da vida pastoral. Sou pastor auxiliar na igreja na qual congrego em São Paulo, capital, e sinto realmente o que o irmão descreveu com riqueza de detalhes o nosso dia a dia, e olha eu sou um pastor auxiliar e sei que o pastor presidente da igreja na qual congrego carrega um fardo bem mais pesado do que o meu, o qual eu já acho pesado. Quando recebi a notícia que seria ordenado ao ministério pastoral, francamente entrei na presença de DEUS e orei assim: Senhor, e agora? Quando um membro da igreja ou um obreiro passa por problemas logo procura o pastor, mas e quando o pastor é que está passando por problemas, ele deve procurar quem? Não preciso dizer ao irmão oque foi que DEUS me disse. É por isso que já passados dezenove anos desse momento, só posso concordar plenamente com a sua exposição. Oro a DEUS para que Ele lhe abençoe poderosamente em todas as áreas de sua vida e do seu ministério e oro também para que o Senhor Jesus Cristo nos dê estratégias para vencer estas situações que nos apresentam para que não cheguemos ao ponto sem retorno como dos quatro servos que o amado descreveu.

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    1. Obrigado pastor, pelo comentário e testemunho! Concordo com sua oração: que o Senhor possa nos ajudar para vencermos essas situações de modo a nunca chegarmos no triste fim desses queridos servos de Deus! Grande abraço!

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